Delegado dos EUA reage a acusações de intolerância religiosa e faz duras críticas às resoluções aprovadas

Em entrevista exclusiva, representante dos Estados Unidos respondeu às acusações de intolerância religiosa, criticou as resoluções aprovadas pela Assembleia e fez declarações contundentes sobre outras delegações

Entrevista feita em 10/06

Em entrevista à BBC, o delegado dos Estados Unidos foi questionado sobre as acusações de intolerância religiosa levantadas após os momentos finais da Assembleia. Em resposta, o representante afirmou que, "se podem chamar Jerusalém de terra santa, eu posso chamar os Estados Unidos de terra santa também", rejeitando as críticas feitas à sua postura.

Durante a entrevista, o delegado também dirigiu críticas ao vice-presidente da ONU, a quem chamou de "comunista". Questionado sobre as resoluções aprovadas pelas delegações do Irã e da Dinamarca, o representante respondeu que considerava seus autores "um bando de comunistas e terroristas" e classificou ambas as propostas como "uma bosta".

Ao final, o delegado declarou que pretende utilizar os mecanismos disponíveis à delegação norte-americana para impedir o avanço das medidas aprovadas, afirmando: "Vou ter que vetar tudo isso aí e ver o que vou fazer."

A BBC registra que as declarações acima refletem exclusivamente a posição manifestada pelo delegado dos Estados Unidos durante a entrevista.


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